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CONTRA PONTO

Por Hélio Vaz

Publicada em 06/03/22 às 17:35h - 85 visualizações

por Atribuna SC


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CONTRA PONTO
 (Foto: Atribuna SC)


A importância da "neutralidade" do Brasil: O que a extrema imprensa não vai te contar
Desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, estão “pipocando” vários “emocionados”, reproduzindo o discurso da esquerda e da imprensa (que são basicamente a mesma coisa) dizendo que o Bolsonaro de “repudiar severamente” as ações de Putin.
Muita calma nessa hora. Sabemos que a guerra é algo horrível, sabemos também que mídia esquerdista faz o que pode pra jogar imagens desastrosas, para comover o mundo, e eleger um herói e um vilão. Mas, antes de nos tornarmos conselheiros do Itamaraty para política externa, precisamos entender pelo menos o básico do que está acontecendo.
Vale lembra que há pouquíssimo tempo a esquerda brasileira defendia a Rússia nessa história, e considerava que a Ucrânia na OTAN significava um “avanço do imperialismo americano”.
O que é OTAN...
- Organização do Tratado do Atlântico Norte – criada em 1949 no início da Guerra Fria, para “conter o avanço do comunismo (URSS) no Ocidente. Inicialmente composta por 13 países: Bélgica, Canada, Estados Unidos, França, Islândia, Itália, Luxemburgo, Noruega, Holanda, Portugal e Reino Unido.
Com o passar dos tempos a URSS se dissolveu (1991), mas a OTAN continuou ativa e promovendo a adesão de novos países, inclusive de ex membros do bloco soviético, como a Lituânia, Estônia, e Letônia, que aderiram em 2004.
Em 2014, após a deposição de Viktor Yanukóvytch, que era próximo de Putin, se negou a aderir à União Europeia, aumentou os rumores da possibilidade da entrada da Ucrânia, que possui mais de 1500 KM de fronteira com a Rússia, causando um grande desconforto no Kremlin, que respondeu a especulação anexando ao seu território a península da Crimeia, reivindicada pela Ocrânia como Republica autônoma.
Com a posse de Biden (presidente USA), as provocações sobre o assunto (Ucrânia) se tornaram mais frequentes, inclusive com o apoio explícito de alguns líderes europeus, que tem interesse no controle da região, aumentando as tensões novamente. 
Resumindo...
- A Europa quer o controle da Ucrânia, pois o País é o principal fornecedor de gás para o continente. A Rússia não quer a OTAN na Ucrânia, pois ficaria com 1500 de fronteira vulnerável. Bom lembrar que outros países vizinhos da Rússia já aderiram à organização e a fronteira oriental do grande Euro-Asiático – após o Pacifico, justamente com EUA e Canadá (inclusive com o Alasca- que já pertenceu ao território Russo).
A tendência é que em pouquíssimo tempo a Ucrânia se renda. A Europa, que é dependente do gás ucraniano, negociara com a Rússia de Putin e os EUA de Joe Biden que não moverão uma palha sobre o assunto da ocupação Russa. No máximo, ameaçarão continuar com sanções, com notas de repudio. 
As grandes potências ocidentais “Blefaram” e Putin, com respaldo da China “pagou pra ver”.
E O Brasil?
- Não tem nada a ver com esta briga, onde estão envolvidas as maiores potências nucleares do Planeta Terra, mantem a neutralidade, mesmo porque não vai ganhar nada defendendo A ou B. Somos um Pais literalmente de Paz e Amor, maior produtor de alimentos e o que detém a maior reserva de agua potável do planeta deveria literalmente trazer para dentro do nosso quintal uma guerra de poder que não é sua. Atrair um conflito do outro lado da terra, onde Biden, Macron, Johnson, Putin e Xi Jinping estariam com os dedos nos botões de lançamento dos maiores arsenais nucleares do Globo Terrestre.
Imagine se o Bolsonaro entrasse na pilha da imprensa esquerdista, e adotasse um discurso combativo ao invés de moderador – (mesmo com as calças todas borradas), estariam 24 horas apedrejando o presidente.
“Antes de entrar numa batalha, é preciso acreditar naquilo pelo qual se está lutando” (CHUANG-TZU).
As seguidas investidas dos opositores do governo querem desestabilizar o Brasil. Aqueles que literalmente roubaram o Brasil, querem que o povo agonize e se sinta inseguro com o seu futuro, por isso usam o velho discurso e pratica de “quanto pior, melhor”. Por isso, se faz necessário ficarmos com a (Barba de Molho). Para toda história existem duas versões, não se deixe enganar por mais uma versão pandêmica dos esquerdeopatas que insistem em aterrorizar você... Nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que balança cai....





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