Economia

“GENTE QUE FAZ”

PIER 30 - São Francisco do Sul - Santa Catarina

Publicada em 28/02/22 às 11:31h - 104 visualizações

por Atribuna SC


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“GENTE QUE FAZ”
PIER 30 - Obras do condominio industrial - São Francisco do Sul - SC  (Foto: Atribuna SC)

Conheça esta história!
Por Hélio Vaz
"MAIOR CONDOMÍNIO RETROPORTUÁRIO, INDUSTRIAL, COMERCIAL E DE SERVIÇOS DO PAIS"
São Francisco do Sul, 3ª cidade mais antiga do Brasil, berço dos catarinenses, além das belezas naturais “São Chico” como é carinhosamente chamada por muitos, tem uma localização privilegiada tanto no setor portuários, quanto turístico. Tais características tem chamado a atenção de vários investidores, tanto nacional como internacional. Tais investimentos vem acontecendo a curto, médio e longo prazo.
Hoje o jornal ATRIBUNA DE SANTA CATARINA, entrevista um desses investidores, no espaço por nós criado que traz o título “GENTE QUE FAZ”.
JOEL SCHMIDT – EMPRESARIO
AT - Quem é o cidadão Joel Schmidt?
JS: Somos natural da cidade de Guarapuava/PR, de onde trazemos a simplicidade do bem viver. Herança herdada dos nossos pais, tendo como base principal, trabalho com honestidade e perseverança de dias melhores, num todo.
AT – Resumidamente, na sua luta do dia-dia o que mais se destaca em seu curriculum? 
JS: Temos formação no Agronegócio, atuamos como produtor rural no segmento “Pecuária Alternativa Silvestre”. Prestamos serviços de grande relevância na área de segurança patrimonial. Como empreendedor, fundamos em Curitiba, capital dos paranaenses, a empresa Falcão Sistemas de Segurança, sendo reconhecida e destacada como “Pioneira no Brasil”.  Também obtivemos o reconhecimento por bons serviços prestados no setor da indústria do Ramo Moveleira, prestamos serviços no setor de processamento de dados dos Bancos, Bamerindus, e Caixa Econômica Federal.
AT - Qual a sua ligação com São Francisco do Sul?
JS: Pois então, estamos presentes na nossa querida “São Chico” desde 1988 – portanto a 34 anos acompanhamos a história desta bela cidade. No final dos anos 80 - os proprietários da Industria de Moveis Artesanais de Curitiba-PR – empresa a qual trabalhamos como gerente, nos convidaram para conhecermos uma área de mata bruta de 2.3 milhões de m² na comunidade do Morro Grande. Dentro desta área até então sem exploração comercial, com a nossa chegada projetamos o local para o atendimento ao “Bubalinocultura” (criação de búfalos), mais tarde denominada por nós de “FAZENDA MORRO GRANDE”.
AT – Como administrador, algum fato importante aconteceu no início dos trabalhos?
JS: Inicialmente como tudo na vida, foi muito difícil, ainda como administrador, para levar adiante o projeto da criação de búfalos sem muitos recursos disponível, devidamente autorizado pelo meio ambiente, exploramos a mata ali existente, e com apoio de companheiros transformamos a madeira de corte, em lenha, a qual vendíamos para as panificadoras locais com a finalidade de reforço de caixa. Com os recursos obtidos da venda de lenha comprarmos as 06 (seis) primeiras cabeças de búfalos.   
AT – Em que momento o administrador deixou de ser empregado para ser patrão?
JS – Não foi uma coisa planejada por nós, foram fatos ocorridos nos tempos de Deus – afinal, nada é planejado deliberadamente se não tivermos o pode DELE. Nos desligamos da Industria de Móveis em 1992 – pois entendíamos nós que havia uma grande lacuna no setor de segurança privada a ser explorada. Para adquirir maiores conhecimentos ingressamos e adquirimos experiência no ramo com a empresa EKISPER (inovadora no ramo). Em 1994 como empresário, fundamos a empresa “FALCÃO SISTEMA DE SEGURANÇA” – Pioneira no Brasil, em sistema de alarme monitorado. Com o crescimento da empresa, melhoramos o nosso poder aquisitivo e - em 1998 compramos 50% da fazenda Morro Grande, dois anos após, em 2000 compramos o restante da área – foi então que tornamos o local na primeira Atividade Pecuária Alternativa Silvestre- da região -  iniciando assim, a criação de suidae (Javali) e caprinos da raça BOER (espécie Sul-africana).
AT - Esta guinada em sua vida não parou por ai – o que mais o influencia para tais mudanças?
JS – Além da vontade divina, nós seres humanos temos que fazer a nossa parte, e assim entre os acertos e os entre tantos para se chegar aos finalmente é uma longa caminhada. Como diz o velho ditado estamos sempre com um “Olho no peixe – outro no gato”. As oportunidades vão aparecendo, então você as aproveita ou as deixa passar – A nossa decisão ou a nossa falta de ação -  é o que nos traz resultados positivos ou negativos, simples assim.  
AT – Como assim?
JS – Vamos exemplificar; o cidadão que deseja ser um grande empreendedor tem que entender que alguns projetos nos dão retorno, em alguns momentos, a curto, médio e longo prazo. No nosso caso o resultado final é a longo prazo – e o bom disso - é que não tem por nós, um prazo, nem espaço limitado para acabar, pois existem enes possibilidades de crescimento.  Em 2007 tomamos o conhecimento através do DNIT de um projeto da duplicação da BR:280 – o qual traria grandes impactos nas áreas do contorno urbano de São Francisco do Sul, onde atingiria boa parte da área da Fazenda Morro Grande. Conhecedor da região, propusemos ao departamento nacional, uma pequena mudança no traçado da rodovia - do trecho do Morro da Palha até a rua Binot Palmier de Goneville, na localidade da Tapera – mudança a qual além de minimizar o impacto na fazenda, traria dedução de custos aos cofres públicos do governo federal. Com isso, conseguimos “unir o útil ao agradável”. A obra em andamento com menores custos, está adequada Harmonicamente com o perfil geográfico da região. Bom salientar, que está decisão acertada, tomada por nós, não teve participação nem influência de nenhum político que represente a nossa região. 
AT – Fale-nos sobre o projeto do PIER 30
JS – Para falarmos sobre este grande empreendimento, não podemos esquecer de onde viemos, pelo que passamos, até chegar ao momento deste projeto arrojado chamado de PIER-30. Tempo ao Tempo na vontade de Deus – voltando na história a 34 anos atrás quem imaginaria que aquela área deserta onde aportamos se tornaria um condomínio. 
 O PIER 30 – Com as obras em pleno andamento, é um projeto ambicioso o qual devido a sua localização estratégica, dentro de uma área de 1.9 milhão de M², (totalmente legalizada), no qual estamos trabalhando diariamente para concluirmos os serviços de terraplanagem o mais rápido possível. Bom sabermos que estamos oportunizando, com a chegada, instalação de novas empresas, maior aquecimento do comercio, através da geração de centenas de novos empregos diretos e indiretos, com mão-de –obra de São Francisco do Sul e Região.
Para aqueles que querem conhecer melhor nosso empreendimento, no canteiro de obras (Morro Grande) temos instalado o nosso escritório, com pessoas qualificadas para melhor explanar sobre este fabuloso espaço disponível para investidores que tenham interesse em adquirir /negociar (cotas) e ali se instalar. Já contamos com várias parcerias empresariais, investidores do Brasil e Exterior. Falta somente você. “O futuro está logo ali”! 

Agradecimento
Importante frisar que ninguém faz nada sozinho e o projeto do PIER 30 - conta com importantes parcerias de vários segmentos da sociedade, aos quais somos gratos.  Cada qual em suas especialidades vem contribuindo assuntosamente para que este sonho se torne em realidade.
AT – Suas ponderações finais
JS- Agradecemos ao jornal ATRIBUNA DE SANTA CATARINA – pela oportunidade em poder relatar aos amigos e companheiros um pouco da nossa história de vida. Ao concluirmos esta entrevista não poderíamos deixar de dizer que existe uma grande diferença entre a teoria e a pratica, mas quando conseguimos unir as duas condições boas coisa sempre acontecem. Imaginem se tivéssemos aceitado pacificamente um projeto antigo (1999) feito pelo poder público para construir um “Aterro Sanitário” para atender todos os municípios da região. Onde hoje está instalada a empresa Arcelor Mittal, maior empresa de galvanizados da América Latina, em seu lugar estar instalado um lixão com impactos ambientais gravíssimos em todas as esferas. Esta foi uma das grandes defesas que fizemos por nossa cidade. 
São Francisco do Sul -  rico por natureza, sua beleza natural com praias e ilhas encantadoras, e seu povo acolhedor atraem centenas de pessoas nas temporadas de verão,  mas somente isto não basta, fora temporadas nossos comércios sofrem com o enfraquecimento do setor turístico, que insistentemente não se prepara nem tem atrativos que incentivem a visita de turistas fora o período de calor. Temos dentre outros a dificuldade de mobilidade urbana, dois pontos cruciais, que travam o crescimento do setor Retro Portuário e Turístico nos chamam atenção; o Contorno Ferroviário, e a Duplicação da BR:280 (em construção). Destes dois projetos considerados o “Calo do Nicanor” de São Francisco do Sul – o início das obras da duplicação da BR:280 no lote 1 – São Francisco do Sul até a BR:101 em Araquari, somente foi possível graças a nossa interferência em dois pontos crucias; primeiro, mudança do trajeto (com redução de custos) – segundo, autorização/assinatura dos proprietários das áreas por onde passa a rodovia, sem custo inicial. Sem estas autorizações não seria possível a execução dos serviços, nem seria possível o andamento das obras, hoje vista por todos que por ali trafegam. 
Somente como ilustração – O Município de São Francisco do Sul, arrecadou em 2020 mais de R$ 1. 8 bilhão anual (Inf. R.F.) – somente de royalties da Petrobras arrecadou entre 2020/2021 mais de R$ 50 milhões em dois anos, perfazendo uma média de mais de R$ 2.0 milhões mensal. 
São Francisco do Sul - movimentou no setor portuário, (2021) – 13,3 milhões de toneladas de produtos, superando o ano de 2020 quando movimentou 11,9 milhões de Toneladas de cargas. Imaginem com a conclusão da duplicação da BR:280 -  promoção das mudanças necessárias no Contorno Ferroviário, maiores investimentos no setor turístico, e mobilidade urbana – qual resultado trará para o município e as pessoas que nele vivem.
Estamos fazendo a nossa parte, contribuindo com nosso trabalho para que as mudanças aconteçam gradativamente. Imagine se cada um fizer a sua parte. Com trabalho honesto podemos mudar a história de “São Chico”. Para que isto aconteça todos precisamos fazer com que as coisas aconteçam. Uma cidade prospera e boa de viver de verdade – tem que ser boa para todos, não somente para meia dúzia de pessoas. Vamos todos juntos, promover “Um novo conceito de gestão e desenvolvimento econômico sustentável.” 
Joel Schmidt é “Gente que faz”





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