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Postada em 06/10/2017 ás 11h39 - atualizada em 06/10/2017 ás 11h39
PGR pede investigação para apurar se JBS comprou sentenças judiciais NA JUSTIÇA
Advogada que atuava para a empresa, Renata Araújo é filha de desembargadora do STJ e aparece em conversas suspeitas com o diretor jurídico da empresa dos irmãos Batista.
PGR pede investigação para apurar se JBS comprou sentenças judiciais  NA JUSTIÇA

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PGR pede investigação para apurar se JBS comprou sentenças judiciais



NA JUSTIÇA



Advogada que atuava para a empresa, Renata Araújo é filha de desembargadora do STJ e aparece em conversas suspeitas com o diretor jurídico da empresa dos irmãos Batista.



Depois que o ex-marido da advogada Renata Araújo, Pedro Bettim Jacobi, entregou aos investigadores da Lava Jato um dossiê contra ela, que mostra mensagens trocadas com o diretor jurídico da JBS, Francisco de Assis e Silva, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de investigação para apurar se a empresa comprou decisões judiciais em tribunais superiores.



De acordo com informações da coluna Radar, de Veja, nesta sexta-feira (6), Renata é filha da desembargadora Maria do Carmo Cardoso, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).



No material entregue por Jacobi, a advogada e Francisco de Assis discutem estratégias e valores referentes a sentenças favoráveis ao grupo empresarial dos irmãos Batista.



A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, também solicitou ao Instituto Nacional de Criminalística uma perícia nos documentos entregues por Jacobi. Concluída a análise, o material deve retornar à PGR.



Renata Araújo costumava circular no meio jurídico e se dizia próxima de alguns dos principais nomes da área. Chegou até mesmo a promover um jantar em apoio à própria Dodge, quando da sua candidatura à chefia do Ministério Público Federal (MPF).



Os áudios, e-mails e mensagens de WhatsApp entregues por Jacobi foram entregues do dia 6 de setembro último. Além dos processos sob a relatoria da mãe de Renata, Maria do Carmo Cardoso, a JBS tinha interesse em ações que estavam nas mãos de outros três ministros do STJ, segundo a Veja: Napoleão Maia, Mauro Campbell e João Otávio Noronha.


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